Colunas

Uma coluna é um elemento arquitetônico destinado a receber as cargas verticais de uma obra de arquitetura.
Fonte: Wikipedia.

Todos conhecemos Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya no original), um desenho sobre poderosos homens que utilizavam armaduras feitas dos mais diversos materiais para combater uns aos outros em nomes de deuses gregos e as vezes nórdicos e cristãos.

Mas poucas coisas fazem sentido na série, e não é só por se tratar de um anime/mangá, que nós podemos deixar tudo na nossa área de supressão de descrença e dizer que está tudo bem, apesar de ser um marco para toda uma geração, ele comete erros crassos em relação a física, mas existe uma teoria que pode justificar tudo isso.

Blefando!

Blefando!

E se tudo o que eles falam não passar de um blefe?

Bem vindos crianças a mais uma aula do tio Butch, hoje falarei sobre os textos que ninguém sabe o que significam, textos secretos que nem os maiores criptógrafos do mundo conseguem desvenda-los, e isso deixa espaço para o mistério e as mais diversas teorias.

Manuscrito Voynich

Manuscrito Voynich

Manuscrito Voynich

O Manuscrito Voynich é um livro que ninguém entende, ou popularmente conhecido como “O livro que ninguém consegue ler”, isso simplesmente porque foi escrito num idioma que não existe. Esse livro tem mais de 250 páginas e o teste de carbono indica que ele seja de 1400, ou seja, tem mais de 600 anos mas ai depende de quando você ta lendo esse post, pode ser que você esteja em um terminal perdido num futuro pós apocalíptico, talvez seja uma raça evoluída rastreando informações do passado humano, mas independente disso, clique nos anúncios, não custa nada… 

Ninguém sabe quem escreveu ou o porque, os maiores criptógrafos e linguistas já tentaram desvendar o segredo desse livro e apesar de encontrarem determinados padrões não conseguiram descobrir o que os mesmos significam, e isso abre espaço para todo tipo de teoria, inclusive que esse livro tenha sido escrito com conhecimento alienígena, isso porque além de tudo isso ele trás uma sessão dedicada a botânica com 113 desenhos de plantas desconhecidas dentre outras sessões dedicadas a anatomia e astronomia…

Como vão meus pequenos filhos da aurora, aproveitando que o dia das crianças foi ontem tio Pink vem por intermédio desta falar sobre um vídeo viral na internet, o “Don’t Hug me I’m Scared” (Não me abrace, estou com medo).

Não me abrace, estou com medo

Não me abrace, estou com medo

Mais o que é esse vídeo? Bom, nada do que eu disser fará jus a ele, então é melhor você ver pessoalmente:

Hoje falarei do azul, a cor da alegria, é a cor do céu, o azul nos traz calma e tranquilidade, o azul é o mar, é uma cor serena e tranquila, é a cor da qual o Fábio Porchat se pinta para ligar para sua operadora de celular, é a cor que geralmente falam ser oposta ao vermelho.

Vou contar uma pequena anedota sobre a tranquilidade, e paciência que me ocorreu muito tempo atrás tipo dia 24 de julho, mas eu só terminei de escrever agora:

E aqui estou no aguardo de uma aula que não é a minha, na verdade a aula o é, mas o professor não, o professor que ministraria a aula para a minha parte da turma não veio hoje, e este professor decidiu que daria aula para a turma toda, e aqui estou, ao meu lado Tyler faz algo que não tento entender, algo para facilitar a produção de sabonetes, eu odeio a matéria de hoje, acho-a maçante e cansativa o professor está terminando de resolver qualquer coisa e ainda não começou a passar o conteúdo, a minha direita Layla está com seu aparente novo namorado, que outrora chamei de amigo, e nesse ínfimo momento fui atingido por uma estranha vontade de escrever, nesse ínfimo instante pareço ser capaz de atingir um nível de consciência superior, e compreender aquilo que por vezes tentei e fui incapaz, nesse momento a vida parece fazer um pouco mais de sentido, mas sou incapaz de descrever exatamente a sensação que me traz, estou escrevendo, simplesmente porque me parece o momento perfeito para tal.

Tento lembrar como tudo começou.

Tento lembrar como tudo começou.