Este artigo foi postado originalmente na data de 11 de Outubro de 2014, mas devido a complicações envolvendo parafina, ele teve de ser repostado.

Fala gente, meio sumido ultimamente, desculpem por isso, ocupações profissionais vem tomando todo meu tempo.

Passando só pra deixar com vocês a melhor versão de Jojo’s Bizarre Adventure jamais animada:

Estrelando o monstro Léo Stronda!

Esse artigo foi postado originalmente no dia 16 de fevereiro, mas teve de ser restaurado devido a complicações envolvendo nitro e pó de serra.

Pra alegria dos fãs de Breaking Bad o spinoff prometido Better Call Saul finalmente estreou (a notícia já é velha tendo em vista que a série já ta no indo para o seu 3º episódio) fiquei esperando ansiosamente e estou muito animado em poder voltar para Albuquerque. Para quem ainda não viu os dois primeiros relaxem, não darei spoilers nesse post, vou simplesmente tentar transmitir minhas primeiras impressões de forma completamente parcial como qualquer fanboy.

 

A série agora acompanha a vida do advogado fudido Jimmy McGill, exato ele ainda não assumiu sua identidade, por enquanto Jimmy é um advogado quebrado de grana querendo ganhar a vida. Já no primeiro episódio a gente já sente muito do ambiente de Breaking Bad, uma coisa que fica claro é o ritmo que eles começam a contar a série, o primeiro de Breaking Bad por exemplo é extremamente rápido, cenas de ação, morte, drama, tudo no primeiro, isso é um jeito que os produtores dão pra chamar nossa atenção pra nos prender e então a partir dai contar a história no ritmo normal, tanto que pra quem viu sabe que existem episódios de Breaking Bad onde nada acontece, o que não torna o episódio menos genial.

Já em Better Call Saul a dinâmica é diferente o público já adora esse universo não há a BetterCallSaulnecessidade de prender ninguém então o piloto da série tem o ritmo totalmente diferente, o que não é cansativo, Vince Gilligan consegue nos manter preso sem cansar, contar a história, fechar os episódios e deixar na vontade de ver o próximo, tudo isso sem exageros e com a qualidade artística que ele tem.

Better Call Saul nos trás referências constantes a Breaking Bad, seja nos personagens mas também nos pequenos detalhes, um cara que é muito bom no que faz mas está quebrado, Saul Goodman terá seu Breaking Bad, virará para o lado negro por motivações que vão além? E talvez como o senhor branco ele continue porque simplesmente gosta disso, outros elementos recorrentes como um escritório de advocacia que fez sucesso graças ao trabalho de um advogado que hoje está quebrado e não é reconhecido por isso, uma doença que pode vir a ser uma das motivações de Saul, o orgulho que não permite que ele aceite ajuda (bom não quero dar spoilers mas elementos da narrativa fazem constantes referências) até o fim do primeiro episódio que é de fazer você pular da cadeira.

Better Call Saul não precisa te conquistar Vince Gilligan já fez isso em Breaking Bad e isso é bom, a série já está madura, o que é bom já que só terá uma temporada outra coisa sensacional é que a série sai simultaneamente no Netflix ou seja os episódios saem na TV e já estão na internet com legenda e dublagem em portugues e você pode assistir quando quiser. Uma das coisas que me motivam a assistir, eu não consigo é acompanhar uma série na TV, eu queria muito estar acompanhando Gothan mas perdi tantos episódios que até desisti.

Pra quem quiser acompanhar os novos episódios toda Terça-Feira sai um novo no Netflix, e comentem abaixo suas impressões, falar das nossas previsões e criar teorias, apesar que temos que ser rápidos a série terá 10 episódios o terceiro está saindo, ou seja, a série acabou de começar e já está acabando.

Esse artigo foi publicado originalmente em Abril de 2015, mas devido a um infeliz incidente envolvendo gasolina e suco de laranja, ele precisou ser reescrito e republicado, após o artigo ser publicado conseguimos recuperar o post original, como este já estava escrito o original foi republicado aqui.

Finalmente!!!

Se você não sabe o que é a série Don’t Hug Me I’m Scared, seguem os links abaixo:

Primeiro vídeo
Segundo vídeo
Kickstarter
Terceiro vídeo

E se você ainda não viu o quarto episódio da serie, eu espero você ver:

Vamos lá!

Esse artigo foi publicado originalmente em Novembro de 2014, mas devido a um infeliz incidente envolvendo gasolina e suco de laranja, ele está sendo republicado.

Fala galerinha feliz, saudades de vocês, desculpem a ausência estou em época de termino de faculdade, então me encontrou um pouco ausente de vocês.

Hoje venho falar de um de meus assuntos preferidos, a série de vídeos Don’t Hug me I’m Scared, se você ainda não sabe o que é isso, aqui vão os links dos outros artigos que falei deles:

Primeiro vídeo
Segundo vídeo
Kickstarter

Agora se você já sabe do que estou falando, veja o vídeo a seguir, pode ir, eu espero:

Achei esse vídeo enquanto surfava na net e achei sensacional, mostra com muita qualidade como o uso de objetos no cinema pode criar emoções além da narrativa, o que é um detalhe que passa desapercebido por muitos, ele vale a pena ser visto, está em inglês, mas não é tão difícil entender, se eu achar uma versão legendada publicarei aqui. E outra coisa a trilha sonora do vídeo também é foda.

Why Props Matter from Rishi Kaneria on Vimeo.