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Havia um travesti de nome Geni, ela dava, dava para todos, dava para todo mundo da cidade, mais dava mesmo!

Ela dava desde criança, na garagem, na cantina, atrás do tanque e no mato, e nesse momento considero que talvez haja um problema gramatical, mas para todos os efeitos irei me referir a este travesti pelo pronome de tratamento feminino, ela era grande, e forte, mas havia um porém, a cidade a odiava, sem razão aparente, eles simplesmente a odiavam, as crianças a humilhavam com cantigas continuas cheias de ofensas, mas ela seguia sua vida naturalmente.